sexta-feira, 31 de julho de 2009
UFBA!
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Sem assunto
Vruuuuuuuuuum... vruuuuuuuuuuuuuum...
Puuuuuuuuuuuuuf...puuuuuf... vruuuuuuuuuuuum...
Biiiiiiibiiiiiiiiiiiiiii... fooooooooooooo...foooooooooooo...
- hauheuahuheuahuehaueu... mas sabe... aquilo... é que meu marido... não, Margarida, eu gosto de uvas passas... correr me fez emagrecer dois quilos... é que eu tenho horário marcado com o dentista... uma guerra nuclear...ah, amiga...
- snif, snif...
Escadas subidas
Abre a porta... slum!
Choro.... mais choro... Aháááááááá... snif...snif..
- O que foi aquilo, Madalena? Não tem como ser mais discreta?
- Eu abandonei TUDO por você! Meus pais, meu trabalho... TUDO para morar nesta MERDA de casa, e conviver com a MERDA de seus amigos.
- Oxe? Não chame eles assim... Madalena...
- Você me prometeu felicidade, Fabiano. Você disse naquela época que a gente ia se cultivar, se amar sempre...
- Éramos jovens
- Éramos jovens??? Eu aqui sofrendo e você me responde uma MERDA dessas??? ADVINHA... não tenho amigos, te espero o dia todo em casa fazendo nada! NADA! Você chega e só quer dormir. Você não liga mais pra mim, Fabiano.
- Pára, Madalena, CALA essa boca.
- NÃO VOU CALAR! NÃO VOU CALAR!! É isso que eu escondo faz três anos. E agora, no nosso aniversário de casamento, você chama SEUS AMIGOS? Seus PUTAS amigos? Eles faz ... FAZEM aquelas piadas idiotas, insensíveis! Eu quero voltar pra casa...
- Ce quer que eu faça o quê? Eles chegaram lá, do nada, não tinha como despa...
- NÃO ME VENHA COM DESCULPA. Não sou robô pra comer pilha, Fabiano. Eu quero voltar pra casa!
- Madalena... PARA COM ISSO, os vizinhos estão ouvindo.
- EU QUERO QUE OS VIZINHOS SE LASQUEM!
- CALA A BOCA, MULHER! VOCÊ SÓ SERVE PRA ME TORRAR A PACIÊNCIA. VÁ VOLTAR PRA CASINHA DOS SEUS PAIS NAQUELE BURACO EM SERGIPE! DEPOIS CE VAI VIM AQUI COM RABO ENTRE AS PERNAS QUERENDO TUDO DE VOLTA. EU TE DEI TUUUUUUDO. ESSA CASA, SUA CAMA, ATÉ ESSE VESTIDO QUE TU TÁ USANDO!
- caim... caim...
- AGORA VOCÊ VEM CHORAR, NÉ? VOCÊ É UMA VAGABUNDA QUE SE VENDEU A PREÇO BAIXO. FEZ DE TUDO PRA VIM PRA CÁ PRA SALVADOR COMIGO E AGORA FICA RECLAMANDO. SE FOR VOLTAR, VOLTE! AGORA ME DEIXA EM PAZ!
... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
... ... ... ... ...
... ...
snif... snif...
- Agora deixa de molhar a merda do sofá que vai começar o futebol.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Linda Música
Dis quand reviendras-tu de Jean Louis Aubert
sábado, 4 de julho de 2009
Mais um poema político
Amigo do meu inimigo é meu inimigo
Inimigo do meu inimigo é meu amigo
Inimigo do meu amigo é meu inimigo
E esta retórica é por nós levada
Desde nossa infância, de inteligência lesada
Para aprendermos pequenas fórmulas
Até os nossos tempos de adulto
Nas quais as fórmulas são um pouco mais "complexas" e melindrosas
O que outrora fazia parte da arte de multiplicar
Segue hoje a mesma dita
Porém antes multiplicavam-se bolinhas de papel e chicletes alheios
E agora são escândalos públicos com muito dinheiro
Quem não tem um poema satírico-político? Eu quis apenas me aderir ao grupo.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Mil desalojados dividem 4 chuveiros em abrigo sem latrinas no Maranhão
Instalados há quase dois meses no Parque de Exposições do município de Bacabal, no Maranhão, mais de mil desabrigados pelas chuvas no Estado ainda são obrigados a dividir apenas quatro chuveiros improvisados e usar buracos cavados no chão como latrina.
Por todo o parque, é possível encontrar lixo e fezes na grama. Alguns desabrigados cavaram buracos no chão de cocheiras desativadas, que foram transformadas em latrinas improvisadas.
Segundo a coordenadora da Defesa Civil de Bacabal, Roseane Maria do Nascimento Silva, o município não tem como pagar o aluguel de banheiros químicos, que poderiam ajudar a solucionar o problema.
Apesar da limpeza diária feita por funcionários da Defesa Civil, o mau cheiro se espalha pelas instalações do parque.
Para tomar banho, os desabrigados contam com apenas quatro "chuveiros", na verdade, barracas de lona improvisadas com um cano por onde sai água.
No mesmo local, há uma torneira para lavar roupa e louça, cuja água cai no chão e se mistura à lama, lixo e fezes.
Mesmo assim, nem todos conseguem usar a água da torneira. "Tem fila todos os dias. Para lavar roupa, é preciso esperar horas", diz a dona de casa Ana Lúcia Ferreira da Silva, de 24 anos, que há um mês vive no parque com o marido e três filhos.
As primeiras enchentes deste ano em Bacabal ocorreram no início de março. Desde então, famílias obrigadas a sair de suas casas pelas chuvas começaram a ocupar, por conta própria, espaços privados como o parque.
Hospital
A falta de condições de higiene não é exclusiva do parque de exposições. Em um hospital abandonado perto dali, famílias numerosas se aglomeram em cubículos, dividindo espaço com os poucos móveis e utensílios que conseguiram salvar das águas.
No pátio interno, os desabrigados lavam roupa em uma pia quebrada. Lama e dejetos se espalham também pelos corredores e salas, usados agora como casas.
Segundo a Defesa Civil, as mais de 4,7 mil pessoas que ocupam os 54 abrigos da cidade e os outros 5,6 mil desalojados hospedados com parentes ou amigos deverão esperar a chuva passar e o nível do rio Mearim baixar para que possam voltar com segurança para suas casas.
Muitos deles, porém, tiveram suas residências totalmente destruídas pelas águas, e terão que permanecer por algum tempo nos abrigos antes de encontrar um novo lugar para morar.
Retirado do site da BBC Brasil
Eu sei que vou escrever algo que todo mundo sabe, mas cadê a Veja e as outras revistas de grande influência no Brasil pra fazer capa disso (como fez nos casos de desmoronamento e enchentes no sul)? Cadê o estado do Maranhão para dar auxílio financeiro ao munincípio?Eles estão há dois meses! Pior de tudo é o sentimento de impotência...
segunda-feira, 18 de maio de 2009
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Resumo da semana
- É mesmo, como isso foi acontecer?
- Não está certo... não está...
- Logo ele?
- Não é?
- Nossa...
- É...
...
- O que é mesmo?
- Rapaz... sei não
- É, também não sei.
- O problema do nosso país é que as pessoas não dão mais atenção aos outros.
- hã?
- Que absurdo os nossos deputados! A gente devia jogar uma bomba no Parlamento!
- É! Viver em anarquia!
- Anarquia? Deus é mais! São um bando de loucos...
- Mãe? Eu posso ser gay?
- Meu filho, você pode ser o que quiser! Você é um ser livre!
- Posso ser assassino?
- Não.
